Diante de várias coisas ou diversos momentos, é chegado o momento de se despedir, se desfazer, se libertar. Até chegar a esse ponto, vários momentos foram alicerces às histórias passadas. As histórias pequenas são mais curtas para descrever, viver, esquecer. Exceto por algumas que marcam ao tamanho de não esquecer por um bom tempo. As histórias longas são mais extensas para lembrar, descrever e recitar... Entretanto, diante de empecilhos, se tornam frágeis e vulneráveis às novas 'tendências'.
Assim, as coisas seguem, como sempre têm de seguir.
Pessoas vem, outras vão, no ritmo de uma estação.
Estar acostumado a se despedir é saber suportar a dor de perder, é aceitar o sofrimento sem perceber, é para dizer "Até logo" e "Foi prazer conhecer você".
E quando voltar, você não saberá mais o que esperar.
Aquela estação não é mais a mesma...
Assim, as coisas seguem, como sempre têm de seguir.
Pessoas vem, outras vão, no ritmo de uma estação.
Estar acostumado a se despedir é saber suportar a dor de perder, é aceitar o sofrimento sem perceber, é para dizer "Até logo" e "Foi prazer conhecer você".
E quando voltar, você não saberá mais o que esperar.
Aquela estação não é mais a mesma...

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