Caminhar por um certo tempo e sozinho lhe leva a diversos pensamentos, os quais nunca passaram a sua mente. Pensar na sinceridade foi o destino de determinada viagem cerebral.
Mas ora pois, por que a sinceridade?
Esse sujeito feminino causa várias sinapses por aí, e não é por menos. Afinal, quanta gente já disse ser sincera e não é? Seria hipocrisia? Talvez. Somos tão órfãos daquilo que esperam de nós, o ideal seria ser sincero. Ou pelo menos tentar ser.
Certo é não aprender a esperar sinceridade de ninguém, até porque, mentimos à nós mesmos ao dizermos que somos sinceros. Então, quem somos nós diante da ignorância, né? É mais fácil atacar uma pedra no outro questionando a sua veracidade, ao invés de procurá-la antes em seu íntimo.
A princípio, sincero mesmo é aquele que reconhece a sua falta de sinceridade, capaz de ter o bom senso de procurar ser verdadeiro consigo e refletir sobre.
Falar sobre isso não me faz mais ou menos sincero. Nem mais pã, nem mais tchã.
Uma batida leve, um som clássico e uma letra que lhe permite viajar dentro e fora dela. É com 'pouco esforço' que recomendo essa banda britânica de indie pop surgida em 2008, em Nottingham. Primeiro trabalho foi um EP entitulado Dog is Dead (criativo, hein) em 2009. Depois desse, mais dois saíram: Your Childhood e Confessions, ambos de 2011.
O primeiro disco em si, foi lançado recentemente. All Our Favorite Stories chegou em outubro pra trazer uma magia (?) a mais. São 10 faixas para te "teletransportar" a outra dimensão. Hands Down está entre essas e é minha preferida por sinal. Um clima natalino, vídeo simples, porém bonito e uma melodia unida a um refrão que não sai da cabeça.
Essa é Hands Down, do Dog is Dead, que está longe de ficar morto.
Foi de última hora, porém enhorabuena diriam os espanhóis. Minha turma na faculdade foi convidada pela nossa digníssima professora Tânia para comparecer ao XII Colóquio Internacional. Sortudos e lindos que somos, fomos no dia 10 à palestra que divulgava o 'Atlas do Direito de morar em Salvador'.
O Atlas retratava 36 ocupações em toda a cidade, sendo que estas se encontravam em sua maioria, no subúrbio de Salvador. Além disso, a maioria dessas ocupações possuem 300/400 pessoas por ocupação, o que representam 100 famílias nesse meio.
As condições também não eram favoráveis. Falta de saneamento básico, armazenamento de água em garrafas de refrigerantes, infraestrutura precária, etc.
Contudo, eram mal vistos pelos policiais. Ao invés de uma relação mais próxima da população, acabaram gerando uma imagem repressiva e causando uma desconfiança nesse trabalho. Para solucionar o problema, o governo resolveu aplicar o projeto 'Minha casa, minha vida'. Porém muitas pessoas não tem renda suficiente para manter a residência (contas de luz, água, gás, condomínio, etc.).
Já diria uma citação contida na apresentação:
"A justiça é lenta a garante prioritariamente o direito à propriedade privada (...)"
Mesmo com todas as dificuldades, empecilhos e problemas, o Movimento (dos Sem Terra de Salvador) não parou de viver por causa disso, tampouco de lutar. São muitas as coisas a serem superadas e isso não pode ser "maquiado" pelas autoridades. Esse Atlas é uma vitória e uma demonstração do quanto precisa ser feito. Uma pena é que isso deveria ser observado também pelo governo e agir em prol dessa classe.
Seguindo a "turnê", fomos ao Labmundo, grupo de pesquisa com foco na Política Mundial. Tivemos uma conversa com o prof. Mateus lá no Lab. do Canela e foi bem proveitoso. Estar lá e ver tudo aquilo foi bem instigante a não só ficar num grupo, como querer aquele ambiente todo também. Ainda mais estudar coisas do mundo... No mínimo: fascinante.
Mas como dizem, "acabou-se o que era doce", tivemos que voltar pra casa. A sensação foi de quero mais e de voltar para lá. Por fim, Jornalismo que me espere.
O verão se aproximava com o anoitecer mais longo. A cidade só respirava tons vermelhos, brancos e verdes. Sim, era Natal (mesmo com 20 dias de antecedência). Como era habitual, ir à rua era prioridade do meu sábado. A Avenida Sete era meu destino. Incerto era saber: Natal ou Carnaval? Tudo estava congestionado das calçadas às pistas. Ou seja, numa avenida nomeada de setembro, no mês de dezembro com fluxo de fevereiro? Só posso te confessar que: Isso é Salvador! O sentido era não fazer sentido.
Dizem que para tudo há uma razão. Esperava realmente achar uma na Avenida Sete, em busca de algo parecendo não existir numa via comercial - damasco. O que seria da vida sem as mães nos mandando para missões complexas e desafiadoras?
Apois, o desafio não deixava de ser um estímulo. Mais umas compras básicas para enfeitar a casa e tudo pronto. Certo? Bem... Conte com as filas. E como é de praxe, procurar mais, pagando menos. Nessas horas bate a vontade de ser rico e mandar comprarem para você. Ou até comprar qualquer coisa na Le Biscuit e tudo fica lindo do mesmo jeito. Porém, acontece que não sou. Ser pobre não me permite pensar muito sobre isso.
Pisca-pisca comprado, adereços ajustados, me faltavam os damascos, nessa altura, mais difíceis que conquistar o Barroquinha das 06:30. De toda maneira, seguia minha caminhada. Depois do corredor da Piedade, saí na sinaleira do Center Lapa. 34ºC e uma integridade se encerrando suor abaixo.
Por alguma razão a mais, eu tinha de estar ali, andando ~no meio do povão~ e parar no semáforo indicando: Pare.
Ela parou. Eu também.
Nossos olhos se cruzaram e não conseguia mais deixar de fixar. Não é todo dia que alguém, ou mais especificamente, Ela, iria deixar você seguir seu caminho. O mundo ao redor pareceu parar. Meu mundo parou. Seus cachos castanhos se contradiziam com seu ar executivo. Os olhos verdes não estavam dispostas a sabe de outra direção. Nada mais parecia importar desde então.
Nunca pude crer muito em amor à primeira vista. Me peguei enganado.
Grande era a sintonia, ignorando o vidro e alguns metros que nos separavam.
Os 30 segundos se encerraram e o semáforo tratou de indicar o indesejado: Siga.
Não queria perdê-la de vista e ela tampouco. Era loucura? Ou não? As buzinas começaram a chiar e o choque de realidade se impôs. Segui parado enquanto seu carro acelerou a fim de romper o clima.
Por ironia ou não, me virei e um senhor estava (finalmente) vendendo a fruta impossível. Depois de tanta procura e sacrifício, estava ali do lado. Comprei e pensei na tal garota. Se tudo tinha seu preço e sacrifício, para tê-la, deveria realizar isso.
Coincidência ou não, faltava uma coisa para definitivamente tomar a decisão de procurá-la. Nunca dessas barracas, Pablo começou a tocar e não pude deixar de notar.
"Baby, Baby, Baby,
Sem você eu choro.
Baby, Baby, Baby
Oh Baby, te adoro..."
Pablo me inspirou e fiz o que poderia ser considerada a maior loucura já feita por mim: correr atrás de alguém nunca visto anteriormente.
Das maiores loucuras, paixões emergem...
Corri pela Joana Angélica na busca. Imaginei quão stalker estava sendo. Tava mais pra stalker TIM, sem fronteiras. Porém não poderia desistir. Não dessa vez.
Num golpe de vista, seu carro estava estacionado.
- Thanks, God.
Naquela altura, pouco importava correr feito um doido pela avenida e cheio de sacolas. Era Ela e exigia isso. Enfim chegando ao carro, o mesmo se encontrava fechado, travado, escuro e sem ninguém.
Nem sei porque diabos estava tentando encontrá-la ainda aqui. Pensava e avistava onde poderia estar, até ser interrompido por um som.
- Perdeu alguma coisa?
Era sua voz num tom apaixonante, soando, porém, de maneira séria e reguladora.
- Eu... Eu...
Faltaram palavras para dizer o que perdi. Seu tom me inibiu e a magia parecia ter se perdido.
- Eu...
Ela me olhava fixamente e com um ar de desafio. Percebendo então tudo que fiz para estar ali, de frente a possível mulher dos meus filhos, só me restavam as desculpas.
- Olha, eu não que...
- Xiu.
Assenti. Depois de minutos, percebi que estávamos na frente de uma rua estranha, lugar provavelmente indevido para uma conversa. Eu disse: provavelmente. A executiva não pensava desse jeito. Parecia disposta a acabar com tudo ali mesmo.
A rua era um sinal claro de derrota. Quase ninguém a vista, o odor de urina e poças lamacentas pelos paralelepípedos.
- Me desculpe.
O que eu tava fazendo mesmo?
- Desculpe por te seguir até aqui.
Ela andou em minha direção e me colocou contra a parede. Estava frito.
- Eu não sei o que tava pensando...
- Eu sei - disse calculista.
Pôs a mão em seu bolso e larguei as sacolas no chão. Era hora de ir para outra dimensão.
- Eu sei bem o que você quer... - seguiu passando um batom vermelho periguete em sua boca.
Até para matar precisa de maquiagem?
Sua mão subiu perigosamente ao longo do meu peito e estava no meu pescoço. Não sei como, mas isso me parecia excitante.
- Moça, eu...
- Calado.
Ríspida e prática.
Beijou-me para por fim às palavras, pensamentos e outros mais. Demorou o suficiente para faltar ar e só me calar ao observá-la irretocável.
Pegou mais acessórios em seu bolso (como eles estão mais fundos hoje em dia, hein?) e tratou de anotar seu número seguido de seu nome.
Joana. Soava lindamente
- Trate de não me esquecer.
Seguiu em direção ao seu carro.
- Seria loucura.
Assim ela se foi. Dessa vez, com a a certeza de encontrá-la mais uma vez.
Pude voltar a realidade do dia. Desci pela Joana Angélica (a-ha) e depois à Barroquinha. Sorrindo de canto a canto, com as lembranças do seu doce beijo. É, deve ser tempo de amar...
Viver é ótimo, mas a vida é chata. E viver sem vocês é insuportável também. Nada como umas idas e vindas pra podermos voltar ao mesmo ponto: saudades. Saudades todos podem sentir, mas a minha, meus amores e amoras, não é normal.
Imagem mais brega impossível. kkkkkkkkkk
Geralmente, quando sentem saudades, é de estar sozinho ou não ter como falar ou quando se tá triste, etc etc etc. Minha saudade é de ter vocês para compartilhar aqueles comentários idiotas que só vocês entenderiam e que não iam rir, porque não ia ter graça. Mas iria rir de mim por estar rindo da própria idiotice. kkkkkkk
Minha saudade é de querer reviver os velhos momentos e criar outros novos para podermos lembrarmos e saboreá-los incondicionalmente.
Minha saudade é de poder estar cercado de 100 pessoas, mas ainda sentir falta de vocês. Por que? Porque vocês fazem toda a diferença.
Toda a diferença da minha vida.
Toda a diferença necessária na minha vida.
E que por isso, não me fazem esquecer de vocês. Cada um me faz lembrar de uma coisa bem pequena mas que já me remete à um sorriso largo e distante.
Oh guys, I miss you there.
E então baby baby's, é chegada a hora que paro e penso... Não são apenas saudades. É muito muito muito amor. Amor que me faz sempre lembrar de vocês na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na fome ou na satisfação, nas risadas ou no choro. Vocês que me fazem sentir tudo isso e pensar que não preciso de mais nada. Porque vocês são FODA! kkkkkkk
Um beijo a você que teve paciência de ler isso tudo. Is everything.
Vem uma paixão, a gente se aproveita, curte e depois acaba e... o que fazer? O que existe depois de uma paixão "mal-sucedida"?
De princípio, vem a tristeza, a chateação, a "solidão" e desconsolo. Por que sempre temos a sensação de que ninguém mais será suficiente? E depois de uns tempos de pura "encheção de xoriça", estamos prontos novamente sem perceber. Questão de tempo depois, outra paixão e um ciclo que parece não ter fim. Nesse ciclo nos aconchegamos e criamos um "vício" de se apaixonar por alguém para esquecer um outro. (Concordância, where?) E estaria certo?
Sim, não, não sei... E quem poderá julgar, hein? Não sei e talvez não será eu. Logo eu que tanto sofro disso. Mas o modo que nos apaixonamos não seria para esquecer nossas frustrações? Sim, é assim. E é bom! Pode ser covarde de minha, nossa, vossa parte, porém quem se importa? Enquanto não descobrirem resolução melhor, estaremos nessa... Até não perder alguém para nunca mais.
PS: E sejamos justos com os outros, ou aqueles que vamos nos apaixonar novamente.
Look the blue sky
And imagine.
You and I,
flying free, lovin'
In the song of our ballad
No more war, words and feelings.
I want your heart
Feel this moment and travel..
This is our time for life.
Oh sucks... rs
Mais um dia tendo seu início, colorindo o céu e minha vida, nos raios finais do outono. E dessa vez, tudo parece tão certo. Às 04:45, ouço seu sussurro em meu ouvido, me fazendo acordar. Assim, feliz, alisa os fios do cabelo levemente, acompanhado da sua respiração. Como me faz vulnerável, tomando o controle de tudo pra me fazer sentir apenas: seu. Não podia ser um pouco menos... irresistível? Sim, diga que me ama e que não quer sair dos meus braços. Diz que me quer e não quer me deixar mais. E deixe tudo acontecer a fim de responder perguntas. "Seria tudo isso real?".
Enquanto você não chega, as respostas não são respondidas e o consolo não vem, estarei em sua espera te admirando com o amanhecer. Venha, meu raio de sol e não me deixe desistir de você.
Enfim a tão aguardada semana de aulas começou e consequentemente, as primeiras impressões acerca de quase tudo. Foram apenas 3 dias oscilando de agradável a chato, de euforia ao tédio e tudo mais. E naturalmente, senti falta do colégio. E como senti. Chegar e já ter alguém pra abraçar, ou alguém que você já sabe que vai gostar de conversar sobre aquilo e tudo mais. Óbvio que eu não vou ter essas pessoas logo nos primeiros dias, já que é apenas fase de conhecimento.
Sobre a sala, é bem mais numerosa que eu pensava. É bem diversa aparentemente em termos de personalidade, alguns quietos, outros mais "expressivos". Eu, como eterno ambíguo, sou um meio termo disso tudo.
A janela já tava emperrada, o ar condicionado quebrado, calor intenso... Mas pra quem quer alguma coisa, isso não é nada, verdade? Claro...
Falando em querer, o que quero de verdade?
Bem, isso já é pra outro dia...
Cada dia seguimos nossas impressões sobre cada coisa, pessoa, movimento... Ter impressões, impressionar. Já parou pra imaginar a quanto tempo nossas impressões movem as próprias ações?
Desde uma comida que não gostávamos quando bebês/crianças, até uma música que ouviu pela primeira vez e não gostou. Dias depois, estava viciado.
Então resolvi fazer este texto por pura viagem e imaginação. Dizem que a primeira impressão é a que fica. Será mesmo?
Muitos são caráteres julgados por causa de uma primeira impressão. Então imagine...
"Aquele cavaleiro imaturo.
O observador louco..
Uma música ruim no rádio.
Algum texto sem sentido."
Aí estão exemplos de umas impressões que poderiam ser feitas por várias pessoas, sendo quem sabe, suas primeiros impressões acerca de tais coisas.
Um cavaleiro imaturo se aventurando pelos arredores. Alguém o adequou por tantas vezes ter errado e não ter conseguido seus objetivos. Por andar tanto, um cavaleiro teria muitos segredos a guardar. Por trás de toda sua armadura, estaria um homem forte, inteligente, esperto e extremamente hábil e sabendo exatamente com quem lidar. E por isso não faz questão de transparecer isso pra qualquer pessoa.
Esperto é aquele que sabe observar. Perceber cada detalhe, cada coisa, pode ser de fundamental importância. E não se trata de loucura observar tanto. Através disso podemos tirar várias conclusões sobre aquilo que não sabemos ou... percebemos.
Quantas vezes sintonizamos numa rádio e passa uma música que não gostamos? E por que não esperar pela próxima música? Não sei se é só comigo, mas toda vez que faço isso, acaba vindo uma música pior. Repetindo esse ciclo até acharmos uma música adequada. Aí você percebe que era na primeira rádio que havia mudado.
E por fim, um texto sem sentido. E como existem textos sem sentidos. Em uma primeira lida, você não identifica nada. Numa segunda, pior ainda. E assim segue. Mas o que não faz sentido para alguém, faz para outra, já comentava Clarice Lispector. Um texto é muito mais complexo do que apenas aquelas palavras jogadas ou rimadas. E enquanto esse texto grande parece sem sentido, só queria achar uma razão e alguns leves argumentos, não muito profundos, pra te fazer perceber que é preciso dar uma nova chance às nossas primeiras impressões. Ontem você odiava uma pessoa que parecia insuportável. Amanhã já está morrendo de rir com a mesma.
Então, que tal dar uma nova impressão às nossas impressões?
... E está tudo ok.
Os estudantes do universo dizem que o universo a todo tempo está em expansão, o que implica que ele muda a todo instante. E como nós estamos inseridos neste complexo, estamos mudando a cada segundo.
"Things are shaping up to be pretty odd".
Sim, as coisas estão ficando bem estranhas. Diante de tantas mudanças, nem tudo é bem vindo ao nosso senso.
E qual mudança é bem vinda? Algumas estão escondidas, outras querem dizer algo.
Como uma escada que aparece em seu quarto. Você não sabe porque ela está ali, porém você tem de subir para descobrir algo. Agradável ou não, esse algo pode mudar de alguma forma quem tu és.
Assim que alcança o alvo e ele parece incerto, é questionável o que fazer com ele. Então o que podes fazer, é apenas guardá-lo, com a certeza de que vai se tornar importante em uma hora.
"So it seems I'm someone I've never met". E quando sempre achamos que nos conhecemos, alguma atitude (boa ou ruim) nos surpreende, pensamos: "Este sou eu?".
"Now I'm the only one to blame".
Então, só resta nos culparmos.
"As coisas mudaram para mim e está tudo ok. Me sinto o mesmo, sigo o meu caminho e digo, As coisas mudaram para mim e está tudo ok".
Mudanças podem não ser bem vindas, mas tem de ser aceitas. Isso influi o caminho escolhido e nos fazem subir um degrau a mais na escada da tolerância.
Há quem mude de pessoas como mudam de roupa. Então aos poucos cada um vai virando uma roupa. Mas como uma roupa nova não serve mais para alguém, pode ser muito mais útil e bem aproveitada por outra.
Então, as coisas mudaram para mim, e está tudo bem.
Sim, ainda seguirei fazendo parte daqueles cavaleiros imaturos. Imaturos eles são, assim ainda terão muito de aprender. Essa é a razão de seguir adiante, pois quando se (acha que) sabe de tudo, não sabe de nada e tende a nada fazer, além de ficar para trás.
E o que tenho de fazer apenas nesse momento, é deixar a livre espontânea vontade para você aprender algo com essa música (se é que já não aprendeu). - O áudio não tá muito bom, mas o que vale é a mensagem.
Diante de várias coisas ou diversos momentos, é chegado o momento de se despedir, se desfazer, se libertar. Até chegar a esse ponto, vários momentos foram alicerces às histórias passadas. As histórias pequenas são mais curtas para descrever, viver, esquecer. Exceto por algumas que marcam ao tamanho de não esquecer por um bom tempo. As histórias longas são mais extensas para lembrar, descrever e recitar... Entretanto, diante de empecilhos, se tornam frágeis e vulneráveis às novas 'tendências'.
Assim, as coisas seguem, como sempre têm de seguir.
Pessoas vem, outras vão, no ritmo de uma estação.
Estar acostumado a se despedir é saber suportar a dor de perder, é aceitar o sofrimento sem perceber, é para dizer "Até logo" e "Foi prazer conhecer você".
E quando voltar, você não saberá mais o que esperar.
Aquela estação não é mais a mesma...