sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Panic! At The Disco - I Wanna Be Free

Muita gente pode te criticar quando você diz que gosta de Panic!. Mas quem liga né? É difícil achar alguém que goste de rock alternativo. Alternativo de mudanças mesmo, porque o Panic! mudou bagarai. Não interessa isso agora. O que importa é essa música linda e perfeita que tá na versão Deluxe do Vices & Virtues (novo CD da banda), I Wanna Be Free. A princípio não revela nada. Entretanto revela um sentimento libertador:
"I wanna be free, I wanna be loved, I wanna be more than you're thinking of..."
Quem não tem o desejo de ser livre? Quem não tem o desejo de ser amado? Isso remete principalmente à nós adolescentes, crianças, adultos. As fases são diferentes, os sentimentos são estáveis. A liberdade é sonhada por todos. O amor é buscado, nem sempre encontrado. E sempre estaremos na busca deste dilema...
O amor livre. Difícil de achar. Difícil de manter.
Os desafios te acercam sem você perceber.
A Matemática diria que os dois são inversamente proporcionais. Se você está muito livre, é porque você tá solteiro (aliás, se faz isso enquanto casado, você é um sacana u.u). E vice-versa.
Quando o dilema irá acabar?
Esse dilema não tem fim. A busca pelo amor está sempre presente. E independente de como ele comece, sempre é gratificante encontrá-lo.
Afinal, como diria algum sociólogo: "O ser humano não nasceu pra ficar sozinho".
PS:
O vídeo da música . . .

Escolhas

Em toda nossa vida, estaremos cercadas por ela. Para viver, para morrer, para sair, para fugir, para tudo. As escolhas são cada vez mais presentes e importantes. É como diz tal provérbio...
"A vida é feita de escolhas..."
Como discordar? Mesmo que mínimas, elas mudam uma situação completamente. Uma mudança de pensamento quebra uma amizade. Uma mudança de caminho decide sua vida. Um tropeço te leva ao fracasso ou ao sucesso. Uma mudança de lugar, uma mudança de humor. Uma mudança e um destino.
E esse tal de destino? Parece brincar conosco o tempo todo. Ou quando suas escolhas se encaixam perfeitamente, como num quebra-cabeça, para se tornarem algo fantástico? Até o ponto de você questionar-se...
"Tudo isso é real? Ou não passa de uma ilusão? Como tudo pode ficar tão coincidente? Onde termina tudo isso? O que eu ainda faço?".
O que ainda fazer é a melhor. Já que as coisas parecem tão encaixadas, então o que tenho que fazer e deixar de fazer?
O ser humano não se contenta com pouco. Tampouco, com o normal. Sempre vai buscar o mais diferente, o mais incompreensível. Mas se não fosse assim, várias descobertas não seriam realizadas.
E o que fazer então?
Esta pessoa que vos fala não sabe descrever. Nem como agir. Esperar? Talvez seja o correto. Porém, quanto mais buscamos o certo, ele se torna incerto.
As escolhas nem sempre serão as certas, mas quando não forem, dos erros aprenderás. E não mais cometerás, que não seja por ato de inconsequência. Até acharmos a tal da experiência...
O que seria do mundo sem o tento de errar?

A Língua Brasileira e suas variações


            A Língua falada no Brasil nunca foi e nem será uma unidade estática e padronizada. Em um país ou região altamente populosa, é impossível várias pessoas falarem o mesmo idioma de forma unânime. As variações sempre estão presentes no cotidiano e nas relações pessoais. O problema está na parcela da população que não crê e fecha os olhos para estes ideais.
            Negros, Brancos, Índios, Imigrantes. O Brasil tem uma das culturas mais miscigenadas do mundo. Desde a chegada dos portugueses até a imigração dos europeus para o país, a língua falada foi “ingerindo” estes aspectos e adequando-os para o dia-a-dia. A Amazônia com influência indígena, a Bahia aderindo à Língua Portuguesa com influências africanas, enfim. Cada região foi criando sua identidade linguístca e o preconceito lingüístico foi originando-se. O conceito de “certo e errado” foi se encorpando e se vinculando no país.
            A elite foi se apropriando do que eles julgavam ser “certo” ou “errado” e o modo de falar virou sinônimo de ascensão social. E “ai de quem” for rico e discursar fora da norma culta e padrão da “Língua Portuguesa”. A sociedade discrimina e o indivíduo vira alvo de chacota e gozação. Em um diálogo, a fundamentalidade é de quem se comunica. Não existe certo ou errado, independente da pessoa ser nordestina, paulista, paraense ou gaúcha. Todos fazem parte de um único fundamento.
            No Século XXI, não é mais cabível qualquer tipo de Preconceito. Aceitar as variações da Língua Brasileira é o primeiro passo para exterminar o Preconceito Lingüístico. Valorizar estas variações ainda mais. Toda região tem suas características pessoas formando um único país chamado Brasil.

Geração Y


            O Planeta Terra está mudando e sua Geração também. Com a influência direta da tecnologia e de suas fontes, a Geração Y surge de forma explosiva, porém silenciosa. O acesso às informações nunca tinha sido tão dinâmico e prático. Em cima disso é que os adultos e adolescentes estão se renovando e se tornando mais flexíveis, na procura de uma nova forma de pensamento e de um novo mundo.
            A postura dos jovens atuais ainda assusta os adultos da geração passada. Pode não ser da mesma maneira ocorrida nos anos 60 e 70, mas a Geração Y busca liberdade e mudança nos pensamentos. Com a globalização, os meios de comunicação se tornaram mais práticos e de livre acesso. Assim, o mundo inteiro está conectado de diversas maneiras. Cansados da comodidade (estabilidade) e da valorização do trabalho, as pessoas desta nova geração buscam fazer o que querem pela valorização da vida e pelo bem-estar.
            Pensando no bem-estar do Mundo e da valorização das idéias, surge esta filosofia. O que vale na Geração Y é a liberdade de pensar e de se organizar em prol de uma causa. Seja por uma causa simples, como gravar um vídeo de Flash Móbile e colocar no Youtube, ou por uma causa trágica, como toda essa massa mobiliza-se para ajudar as vítimas das tragédias no Japão, por exemplo.
            Para a Geração, é importante todos serem livres, abertos a uma nova forma de observar o mundo e suas tendências, impondo valores e partindo dos ideais de Respeito e Igualdade, na busca da valorização da vida e do Mundo.

Devidas apresentações.

Este sou eu criando mais um blog. Dessa vez de expressão individual, pessoal e mais crítica do que os outros, já que se trata de um projeto "jornalístico". Nada como ter seu cantinho pra criticar tal coisa, e eu quero futuro jornalista, aqui estou. rs
- Para que servirá isso aqui?
- Para falar ou criticar qualquer coisa.
- Que coisa?
- Esportes (de preferência), Música, Notícias, Problemas, ou qualquer coisa que você sugerir aqui.
- Vai ser chato assim é?
- Eu tenho ironia, ou seja, tenho o mínimo de bom humor.
Moderem os seus comentários hein. u.u
Abraços,
Jardel Messias ou Silva. Como preferirem.